sábado, 2 de abril de 2011
Basta Ficar Firme Na Carruagem
"... porém do SENHOR vem a vitória" (Provérbios 21:31).
Quando Charlton Heston se mostrava preocupado com a
possibilidade de não conseguir vencer a corrida de
carruagens no filme Ben Hur, Cecil B. DeMille lhe disse:
"Seu trabalho é permanecer firme na carruagem. Meu trabalho
é garantir que você ganhe". Assim deve ser conosco. Devemos
fazer o que Deus nos mandou fazer e deixar as vitórias por
conta dele.
Muitas vezes estamos tão ansiosos por uma conquista que nos
esquecemos de ficar firmes. Corremos para todos os lados na
expectativa de conseguir a tão sonhada vitória que não
lembramos que somos cristãos, filhos de Deus, discípulos de
Cristo, nosso Senhor, e que a vitória nos é dada se tão
somente confiarmos plenamente nEle.
Quando, em nossa caminhada, começamos a questionar: "Será
que vou conseguir? Serei capaz, mesmo, de vencer? Chegarei
lá?" quase sempre nos decepcionamos e a frustração é total.
Para atingir cada um de nossos propósitos, o melhor caminho
é entregar tudo nas mãos do Senhor. "Senhor, eis-me aqui.
Mostra-me a Tua vontade. Diga-me o que devo fazer e quais os
passos a seguir. Orienta-me para que eu não tome decisões
precipitadas ou equivocadas. Eu confio em Ti... eu
descansarei em Ti... eu vencerei a Tua vitória.
A palavra que não podemos esquecer é: "Crê somente"! Esse é
o nosso trabalho. Ele está agindo para nos abençoar, para
alegrar os nossos corações, para nos conduzir em vitórias.
Se julgamos que somos capazes de vencer por nossas próprias
forças, esquecemos de confiar no Senhor e, muitas vezes,
nada conseguimos além de grandes decepções. Constatamos, com
frequência, que não conseguimos sequer ficar firmes. E se
não somos capazes de nos manter firmes na carruagem da vida,
como conseguiremos vencer a corrida em busca de conquistas?
Fique firme e deixe Deus conduzir a carruagem!
quinta-feira, 17 de março de 2011
A Começar Por Mim...
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e
orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus
caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus
pecados, e sararei a sua terra" (2 Crônicas 7:14).
Um general chinês fez o seguinte comentário: "Se o mundo
precisa ser trazido à ordem, minha nação precisa ser
transformada primeiro. Se minha nação precisa ser
transformada, minha cidade natal precisa ser renovada. Se
minha cidade natal precisa ser renovada, minha família
precisa ser corrigida. Se minha família precisa ser
corrigida, eu devo ser corrigido em primeiro lugar."
Estamos nós de acordo com o pensamento daquele general
chinês? Estamos preparados para nos deixar corrigir para que
tudo ao nosso redor seja transformado? Estaríamos prontos a
obedecer a Deus para que a nossa nação receba as dádivas de
Deus?
É muito comum percebermos os erros e defeitos de outras
pessoas. Percebemos o descaso de nossos colegas de trabalho,
a indisciplina dos alunos de nossa universidade, a
desonestidade dos empregados dos comércios por nós
frequentados, a hipocrisia dos membros da igreja onde
costumamos ir. Tudo está errado, muita coisa deve ser
mudada, porém, não estamos dispostos a começar as mudanças
por nós mesmos.
Quando deixamos o Espírito de Deus nos moldar, começamos a
viver uma vida melhor. Os defeitos de nossa família passam a
nos parecer bem menores e até insignificantes; nossa cidade
nos oferece uma paisagem mais agradável; nosso país começa a
ter esperanças; o mundo passa a ser visto por nós como um
cenário perfeitamente possível de ser transformado pelo
Senhor.
Se você deseja ver um mundo mais aprazível, coloque-se
diante de Deus e deixe que Ele dirija a sua vida. Desse
momento em diante, você começará a ser verdadeiramente
feliz.
orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus
caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus
pecados, e sararei a sua terra" (2 Crônicas 7:14).
Um general chinês fez o seguinte comentário: "Se o mundo
precisa ser trazido à ordem, minha nação precisa ser
transformada primeiro. Se minha nação precisa ser
transformada, minha cidade natal precisa ser renovada. Se
minha cidade natal precisa ser renovada, minha família
precisa ser corrigida. Se minha família precisa ser
corrigida, eu devo ser corrigido em primeiro lugar."
Estamos nós de acordo com o pensamento daquele general
chinês? Estamos preparados para nos deixar corrigir para que
tudo ao nosso redor seja transformado? Estaríamos prontos a
obedecer a Deus para que a nossa nação receba as dádivas de
Deus?
É muito comum percebermos os erros e defeitos de outras
pessoas. Percebemos o descaso de nossos colegas de trabalho,
a indisciplina dos alunos de nossa universidade, a
desonestidade dos empregados dos comércios por nós
frequentados, a hipocrisia dos membros da igreja onde
costumamos ir. Tudo está errado, muita coisa deve ser
mudada, porém, não estamos dispostos a começar as mudanças
por nós mesmos.
Quando deixamos o Espírito de Deus nos moldar, começamos a
viver uma vida melhor. Os defeitos de nossa família passam a
nos parecer bem menores e até insignificantes; nossa cidade
nos oferece uma paisagem mais agradável; nosso país começa a
ter esperanças; o mundo passa a ser visto por nós como um
cenário perfeitamente possível de ser transformado pelo
Senhor.
Se você deseja ver um mundo mais aprazível, coloque-se
diante de Deus e deixe que Ele dirija a sua vida. Desse
momento em diante, você começará a ser verdadeiramente
feliz.
terça-feira, 15 de março de 2011
Brilhando Como Um Dia Perfeito
"Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai
brilhando mais e mais até ser dia perfeito" (Provérbios
4:18).
Jeremy Taylor nos deixa o seguinte relato: "Um certo povo
escolheu adorar o sol porque acreditava que ele era um deus
dia e que ele desaparecia toda noite no mar ou que ele não
tinha nenhuma influência sobre outra luz, como a do fogo das
velas. Eles confiavam que podiam ser ateus durante toda a
noite e fazer tudo que queriam."
Muitos cristãos , hoje, agem da mesma maneira. São
religiosos durante o dia (o período em que julgam ser
observadas) e completamente diferentes durante a noite (o
período em que se sentem livres dos olhares dos irmãos).
Usam uma máscara na igreja e retiram-na quando estão fora
dela.
Será essa a forma correta de viver nossa vida espiritual?
Podemos enganar a Deus? Ele não desaparece no mar quando o
sol se põe e nem deixa de nos contemplar em todas as nossas
atitudes. As únicas pessoas enganadas, quando agimos assim,
somos nós mesmos. Perdemos a oportunidade de desfrutar das
ricas e maravilhosas bênçãos de nosso Senhor e Salvador.
O nosso Deus é tanto do dia como da noite e nós precisamos
ser fiéis, tanto durante o dia como durante a noite. Devemos
glorificar o nome de Jesus quando estamos no templo ou longe
dele; quando estamos junto aos irmãos ou em nossas casas;
quando estamos no trabalho ou em férias na praia. É sempre
dia quando exercitamos a nossa vida cristã.
Seria possível, para nós, esconder alguma coisa do Senhor?
Poderíamos nos ocultar de Sua presença? Podemos nós ter
"duas caras", uma para Deus e outra para o mundo?
E se a resposta é "não", por que ainda insistimos?
brilhando mais e mais até ser dia perfeito" (Provérbios
4:18).
Jeremy Taylor nos deixa o seguinte relato: "Um certo povo
escolheu adorar o sol porque acreditava que ele era um deus
dia e que ele desaparecia toda noite no mar ou que ele não
tinha nenhuma influência sobre outra luz, como a do fogo das
velas. Eles confiavam que podiam ser ateus durante toda a
noite e fazer tudo que queriam."
Muitos cristãos , hoje, agem da mesma maneira. São
religiosos durante o dia (o período em que julgam ser
observadas) e completamente diferentes durante a noite (o
período em que se sentem livres dos olhares dos irmãos).
Usam uma máscara na igreja e retiram-na quando estão fora
dela.
Será essa a forma correta de viver nossa vida espiritual?
Podemos enganar a Deus? Ele não desaparece no mar quando o
sol se põe e nem deixa de nos contemplar em todas as nossas
atitudes. As únicas pessoas enganadas, quando agimos assim,
somos nós mesmos. Perdemos a oportunidade de desfrutar das
ricas e maravilhosas bênçãos de nosso Senhor e Salvador.
O nosso Deus é tanto do dia como da noite e nós precisamos
ser fiéis, tanto durante o dia como durante a noite. Devemos
glorificar o nome de Jesus quando estamos no templo ou longe
dele; quando estamos junto aos irmãos ou em nossas casas;
quando estamos no trabalho ou em férias na praia. É sempre
dia quando exercitamos a nossa vida cristã.
Seria possível, para nós, esconder alguma coisa do Senhor?
Poderíamos nos ocultar de Sua presença? Podemos nós ter
"duas caras", uma para Deus e outra para o mundo?
E se a resposta é "não", por que ainda insistimos?
domingo, 13 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
O Que Acreditamos?
"O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em
verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça,
por amor do seu nome" (Salmos 23:1-3).
Um investigador perguntou a um cristão: "O que você acredita
sobre Deus?" "Eu acredito no que minha igreja acredita",
disse o cristão. "E o que sua IGREJA acredita?" perguntou o
investigador. "Minha igreja acredita no que eu acredito"
disse o cristão. "E o que você E a sua igreja acreditam?"
perguntou o investigador. "Ora, nós dois acreditamos a mesma
coisa!" disse o cristão.
E o que nós acreditamos sobre Deus? O que Ele tem
representado em nosso viver diário? Ele tem ocupado o papel
principal em nossas decisões ou o temos tratado com
indiferença?
Nós, que somos a igreja do Senhor, o templo do Espírito
Santo, seremos muito mais felizes e abençoados se Deus
ocupar o papel principal em todos os nossos dias. Quando
abrimos nossos corações para o Senhor entrar, caminhamos
seguros e tranquilos, sabemos por onde andamos e aonde
estamos indo, não tememos mal algum porque Ele é o nosso
Pastor amado.
Eu acredito que Deus é o Guia de todos os meus passos, que
tem o melhor para todas as áreas de minha vida, tanto
material como espiritual, que me ajudará a realizar todos os
meus sonhos, que me fará sempre mais que vencedor.
E o que você acredita? Você crê que o Senhor não lhe deixará
faltar nada? Você crê que Deus sempre dirigirá seus passos
por caminhos de bênçãos? Você crê que as tormentas que as
vezes se abatem sobre você, logo se transformarão em bonança
e paz? Você crê que é herdeiro, em Cristo, das moradas
celestiais, para sempre?
E se crê, não deixe jamais a tristeza lhe abater. Viva
feliz... sorria!
verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça,
por amor do seu nome" (Salmos 23:1-3).
Um investigador perguntou a um cristão: "O que você acredita
sobre Deus?" "Eu acredito no que minha igreja acredita",
disse o cristão. "E o que sua IGREJA acredita?" perguntou o
investigador. "Minha igreja acredita no que eu acredito"
disse o cristão. "E o que você E a sua igreja acreditam?"
perguntou o investigador. "Ora, nós dois acreditamos a mesma
coisa!" disse o cristão.
E o que nós acreditamos sobre Deus? O que Ele tem
representado em nosso viver diário? Ele tem ocupado o papel
principal em nossas decisões ou o temos tratado com
indiferença?
Nós, que somos a igreja do Senhor, o templo do Espírito
Santo, seremos muito mais felizes e abençoados se Deus
ocupar o papel principal em todos os nossos dias. Quando
abrimos nossos corações para o Senhor entrar, caminhamos
seguros e tranquilos, sabemos por onde andamos e aonde
estamos indo, não tememos mal algum porque Ele é o nosso
Pastor amado.
Eu acredito que Deus é o Guia de todos os meus passos, que
tem o melhor para todas as áreas de minha vida, tanto
material como espiritual, que me ajudará a realizar todos os
meus sonhos, que me fará sempre mais que vencedor.
E o que você acredita? Você crê que o Senhor não lhe deixará
faltar nada? Você crê que Deus sempre dirigirá seus passos
por caminhos de bênçãos? Você crê que as tormentas que as
vezes se abatem sobre você, logo se transformarão em bonança
e paz? Você crê que é herdeiro, em Cristo, das moradas
celestiais, para sempre?
E se crê, não deixe jamais a tristeza lhe abater. Viva
feliz... sorria!
domingo, 6 de março de 2011
O que a Igreja poderia aprender com o Carnaval?

Hermes C. Fernandes
Seria lícito tomar o desfile do Carnaval como analogia de nossa caminhada cristã? Certamente, a maioria dirá que não. Afinal de contas, o Carnaval é a festa pagã por excelência, onde, além de toda promiscuidade, entidades pagãs são homenageadas.
Eu poderia gastar muitas linhas tecendo críticas justas a esta festa em que tantas famílias são desfeitas, e inúmeras vidas destruídas. Porém hoje, quero pegar a contramão.
Por que será que os cristãos sempre enfatizam os aspectos ruins de qualquer manifestação cultural?
Se vivêssemos nos tempos primitivos da igreja cristã, como reagiríamos ao fato de Paulo tomar as Olimpíadas como analogia da trajetória cristã neste mundo?
Ora, os jogos olímpicos celebravam os deuses do Olimpo. Portanto, era uma festa idólatra. Os atletas competiam nus. Sem contar as orgias que se seguiam às competições. Sinceramente, não saberia dizer qual seria pior, as Olimpíadas ou o Carnaval.
Porém Paulo soube enxergar alguma beleza por trás daquela manifestação cultural. A disposição dos atletas, além do seu preparo e empenho, foram destacados pelo apóstolo como virtudes a serem cultivadas pelos seguidores de Cristo.
E quanto ao Carnaval? Haveria nele alguma beleza, alguma virtude que pudesse ser destacada do meio de tanta licenciosidade? Acredito que sim.
Embora jamais tenha participado, talvez por ter nascido em berço evangélico tradicional, posso enxergar alguma ordem no meio do caos carnavalesco.
Destaco a criatividade dos foliões, principalmente dos carnavalescos na composição das fantasias, dos carros alegóricos, do samba-enredo. Eles buscam a perfeição. Diz-se que o desfile do ano seguinte começa a ser preparado quando termina o Carnaval. É, de fato, um trabalho árduo que demanda muito empenho.
Se houvesse por parte de muitos cristãos uma parcela da dedicação encontrada nos barracões de Escolas de Samba, faríamos um trabalho muito mais elaborado para Deus. Buscaríamos a excelência, em vez de nos contentar com tanta mediocridade.
O desfile começa com a concentração. É ali que é dado o grito de guerra da Escola, seguido pelo aquecimento dos tamborins.
A concentração equivale à congregação. Nosso lugar de culto (comumente chamado de “templo” ou “igreja”) é onde nos concentramos e aquecemos nosso espírito. Porém, a obra acontece lá fora, “na avenida” do mundo.
Gosto quando Paulo fala que somos conduzidos por Cristo em Seu desfile triunfal. O apóstolo compara a marcha cristã pelo mundo às paradas triunfais promovidas pelo império romano. Era um espetáculo cruento, no qual os presos eram expostos publicamente, acorrentados arrastados pelas ruas da cidade. Era assim que Roma exibia sua supremacia, e impunha seu poder. Paulo toma emprestada a figura deste majestoso e horroroso evento para afirmar que Cristo está nos exibindo ao Mundo como aqueles que foram conquistados por Seu amor.
Muitos cristãos acreditam ingenuamente que a guerra se dá na concentração. Por isso, a igreja atual é tão em-si-mesmada, isto é, voltada para dentro de si. Ela passou a ser um fim em si mesmo.
A avenida nos espera!
À frente vai a comissão de frente, seguida pelo carro alegórico abre-alas. Compete aos componentes dessa comissão a primeira impressão.
A comissão de frente da igreja de Cristo é formada pelos que nos precederam, que abriram caminho para as novas gerações. Não podemos permitir que caiam no esquecimento. Também são os missionários, que deixam sua pátria para abrir caminho em outros rincões. Grande é sua responsabilidade, e alto é o preço que se dispõem a pagar para que o Evangelho de Cristo chegue à populações ainda não alcançadas. Paulo fazia parte da comissão de frente da igreja primitiva. Chegamos a esta conclusão quando lemos o que escreveu aos coríntios: “Para anunciar o evangelho nos lugares que estão além de vós, e não em campo de outrem” (2 Co.10:16). Ele preferia pescar em alto mar, e não aquário dos outros.
A Escola de Samba é dividida em alas, cada uma com fantasias e carro alegórico próprios. Porém, o samba-enredo é o mesmo. O que é cantado lá na frente, é sincronicamente cantado na última ala da Escola. A voz do puxador do samba, bem como a batida harmoniosa da bateria, ecoando por toda a avenida, garantem esta sincronia. Não pode haver espaços vazios entre as alas. Há harmonia até nas cores das fantasias. Ninguém entra na avenida vestido como quiser. Imagine se as variadas denominações que compõem o Corpo Místico de Cristo se relacionassem da mesma maneira, respeitando cada uma o espaço da outra, porém dentro de uma evolução harmoniosa. No meio do desfile encontramos o casal de porta-bandeira. Eles exibem orgulhosamente o pavilhão da Escola. Seus gestos e passos são cuidadosamente combinados, para que a bandeira receba as honras devidas.
É triste verificar o quanto a bandeira do Evangelho tem sido chacoalhada, pois os que a deveriam ostentar, são os primeiros a desonrá-la com seu mal testemunho.
Os cristãos primitivos se dispunham a pagar com a própria vida para que seu testemunho de fé fosse validado e o nome de Cristo fosse honrado.
Ao término do desfile chega o momento da dispersão. É hora de partir, levando a certeza de que todos deram o melhor de si. Alguns saem machucados, com os pés sangrando, com as forças exauridas. Mas todos saem alegres, esperançosos de que sua escola seja a campeã. Aprenderam a sublimar a dor enquanto desfilam. Ignoram o cansaço. Vencem os limites do seu corpo. Tudo pela alegria de ver sua escola se sagrando campeã. Mas no fim, chega a hora de tirar a fantasia, descer dos carros alegóricos, cuidar das feridas nos pés. Mesmo assim, ninguém reclama.
Todos estamos a caminho do fim do desfile. O momento da dispersão está chegando, quando deixaremos este corpo, nossa fantasia, e seremos saudados pela Eternidade. Que diremos nesta hora? Não haverá novos desfiles. Terá chegado o fim de nossa trajetória? Não! Será apenas o começo de uma nova fase existencial. Deixaremos nossas fantasias, para nos revestirmos de novas vestes celestiais. Falaremos como Paulo em sua carta de despedida a Timóteo:
“...o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm.4:6b-8).
Aproveitemos os instantes em que estamos na avenida desta vida, celebremos a verdadeira alegria, infelizmente ainda desconhecida por muitos foliões, e que não terminará em cinzas
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